[SP] :Mais gente nos coletivos

Discussões sobre transporte ferroviário brasileiro em geral.
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HGP
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[SP] :Mais gente nos coletivos

Mensagem não lida por HGP » 25 Ago 2008, 09:42

Os moradores da Grande São Paulo estão usando mais o transporte coletivo. De acordo com dados preliminares da Pesquisa Origem-Destino, divulgada a cada dez anos pelo Metrô, é a primeira vez desde 1967 que cresce a participação de ônibus, trens e metrô no total de viagens motorizadas. Quando os estudos começaram, o transporte público reinava soberano. Era responsável por quase 70% dos deslocamentos. Mas logo começou a perder espaço para o carro. Em 1997, 51% dos percursos eram feitos por coletivos. Cinco anos depois, as estatísticas foram atualizadas e revelaram uma participação ainda menor, de apenas 47%. No ano passado, o transporte coletivo recuperou o fôlego, voltou a ganhar passageiros e a superar o automóvel. "Apesar de já identificarmos essa mudança, não temos ainda o porcentual exato", afirma o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella. Segundo ele, o aumento da renda da população e o bilhete único podem ser as explicações para essa inversão.

Resultado: a rede pública nunca esteve tão lotada. O metrô, os trens da CPTM e os ônibus transportam diariamente 14,2 milhões de passageiros na Região Metropolitana. "Com o bilhete único, o usuário que pegava um ônibus e depois seguia a pé até o destino passou a tomar mais conduções", explica o engenheiro especialista em transporte Orlando Strambi, da Escola Politécnica da USP. Essa mudança lotou ainda mais o sistema, o que derrubou os índices de aprovação dos usuários de metrô e ônibus municipais e metropolitanos, segundo a pesquisa da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) divulgada no ano passado. Por esse motivo, especialistas acreditam que dificilmente os novos passageiros dos coletivos são ex-motoristas que deixaram o carro na garagem.


A pesquisa Oridem-Destino do Metrô mostra também que há cada vez mais gente substituindo o carro pela moto ou pela bicicleta. É o caso do empresário Franz Schoenborn. Desde o início do ano, ele aposentou sua Toyota Corolla Fielder e tirou o pó da bicicleta encostada. "Não agüentava mais ficar parado nas ruas", diz ele, que encara até 14 quilômetros de pedaladas todo dia. Morador dos Jardins, Schoenborn costumava gastar 25 minutos para percorrer de carro os 3 quilômetros entre sua casa e a sede da empresa, no centro. De bicicleta, leva apenas dez minutos. Em 2007, a bicicleta foi responsável por cerca de 324 000 viagens diárias na Região Metropolitana de São Paulo, o dobro do registrado no último estudo, em 1997. "É um sinal de que a sociedade está arrumando maneiras de se adaptar às lentidões", explica Adriano Murgel Branco, ex-secretário esta-dual dos Transportes. "Além disso, ainda é o meio de transporte mais barato que existe." As viagens de moto seguiram a mesma tendência e quadruplicaram nos últimos dez anos. Todo dia a motocicleta é usada em mais de 580 000 percursos de casa ao trabalho. Ah, não estão incluídas aí as rotas dos motoboys.

Mas, se os moradores da Região Metropolitana estão usando mais o transporte coletivo, andando mais de bicicleta e moto, por que afinal os congestionamentos não diminuem? A resposta é de uma triste obviedade: todos os dias, os 17 000 quilômetros de vias de São Paulo recebem 950 novos veículos. Desde 1950, a população paulistana quintuplicou, enquanto a frota cresceu oitenta vezes.




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cataclism2
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Mensagem não lida por cataclism2 » 25 Ago 2008, 16:36

A notícia é ótima. Agora, se continuar essa lenga-lenga NACIONAL de empurrar os grandes projetos pra valerem a partir de 2010, até lá já morreu metade dessa gente sufocada! :brv:

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HGP
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Mensagem não lida por HGP » 25 Ago 2008, 17:21

Bom
SP já sente os problemas do transito superlotando seus trens no pico. A linha 2 esta começando a ficar critica com a linha 3 já o é cronicamente. Vamos ver o que poderá acontecer com uma linha a mais no ano que vem ( se for inaugurada, claro...) :ph34r:

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AGV
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Mensagem não lida por AGV » 26 Ago 2008, 09:21

HGPFILHO escreveu:Bom
SP já sente os problemas do transito superlotando seus trens no pico. A linha 2 esta começando a ficar critica com a linha 3 já o é cronicamente. Vamos ver o que poderá acontecer com uma linha a mais no ano que vem ( se for inaugurada, claro...) :ph34r:


E como não poderia deixar de ser, ainda alguns (os mesmos de sempre) ainda querem empurrar a solução "fácil", "barata" e "rápida" do "corredor" de ônibus.

É fato: A sociedade não quer mais saber de ônibus, principalmente aonde é visível não ser seu lugar, e sim, de trem e metrô. Já se tornou uma espécie de "ofensa" ser visto ou se ver dentro de um deles, as pessoas se sentem depreciadas em estar dentro de um. Os ônibus têm seu papel bem definido dentro da logística de transportes metropolitanos de qualquer cidade. Então, que fique em seu devido lugar nesta logística.

Lugar de trem e metrô é trem e metrô, e não "corredor" (ou seria melhor dizer rastejador?) de ônibus...

É como o relato de duas mulheres grávidas, ao serem entrevistadas disseram: "O trem é mais lotado mas é bem melhor que o ônibus..."


Landrail
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Mensagem não lida por Landrail » 26 Ago 2008, 10:17

Eu utilizo muito o transporte público, (mais o ônibus porque não tenho outra opção) e o conforto de trem e metrô é insuperável, principalmente o balanço e vibrações quase nulas no transporte metroferroviário.

Em linhas de longas distâncias então é perfeito, na EFVM por exemplo, que possui poltronas leito você não sente nem os AMV's.
Meu facebook, se for adicionar favor se identificar:
http://www.facebook.com/landerson.egg

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HGP
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Mensagem não lida por HGP » 26 Ago 2008, 10:17

Apesar de aqui focarmos nos trilhos, temos que pensar no transporte das grandes cidades no seu conjunto. Os ônibus estão prejudicados pelo tráfego intenso, que ano após ano vai piorando a qualidade. O que precisa é investimento em linhas de trem e metrô, sim, prioritário e reorganizar o sistema sobre pneus, para ser complementar e nao concorrente dos trilhos, é meio inadmissivel termos linhas de onibus que andam em paralelo ou em "cima " de linhas de metro e trem e outras areas da cidade não dispoem nem de uma kombizinha furreca para transporte. Enfim, a cultura da classe média de um carro por familiar tem que acabar e um carro, um ocupante também....

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AGV
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Mensagem não lida por AGV » 26 Ago 2008, 10:24

Exatamente HGP, os ônibus são complementares e não concorrentes, muito menos têm de fazer o papel do sistema metroferroviário.

Porém é o que vem sendo feito há décadas, por ser solução mais "fácil" e barata, que acaba sendo solução nenhuma......

Um exemplo disto são os famosos "corredores" de ônibus.]
E um bom exemplo de corredor que deveria ser Metrô é o Diadema-Morumbi.

Deveria é ser uma linha de trem/metrô Morumbi-Santo André, fazendo conexão com a estação nesta cidade e até seguindo para a ZL se fosse o caso.

E porquê, uma linha férrea neste trecho? Dado o volume de pessoas/importância da região/tráfego, importância estratégica na logística do transporte, entre outros fatores.

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André Vasconcellos
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Mensagem não lida por André Vasconcellos » 27 Ago 2008, 21:48

Criam corredores de onibus,a tal da solução "'rápida,barata,fácil'" e MEIA-BOCA pra piorar a situação wll wll wll
Criam corredores de onibus onde deveriam ser VLTs,ao mesmo tempo que querem colocar VLTs ou BRTs em lugares onde a demanda destes seria alta,sendo necessário a construção ou revitalização das linhas de metrô ou trem existentes ali(vide exemplo do VLT de Mogi)
Criam mais rodoanéis,rodovias,túneis,acessos,pontes...E com isso circulam mais carros,mais ônibus,e criam assim os mais longos engarrafamentos...
O povão compra mais carros,mas não pensam que enquanto ele compra,há mais uma pancada de gente que compra também e assim criam-se os mais longínguos engarrafamentos,e o Zé que comprou carro novo para fugir do "'calor'" o0 do Metrô ou Trens fica preso no seu carro com AC,mas não anda,chega atrasado e reclama dos outros,do governo...

O povo brasileiro não tem "'noção'",acho que o povão define a palavra "transporte coletivo'" como um palavrão e o termo "'carro próprio'" é sinomino de status,visto que é só ele e seus equipamentos de trabalho(uma mochila wll )no carro,assim como ele mais de 200 km de carros e motoristas sem nenhum tipo de carona acham o mesmo...

Falta um pouco de consciência na cabeça do brasileiro que teima em comprar carro novo ou até mesmo usado,fica preso num maldito engarrafamento e depois reclama do governo,e consciência na cabeça dos governantes que fazem uma maldita "'empurrança'" e deixam de lado os transportes que sao as soluções CORRETAS para empurrar pro povão as soluções baratinhas,as gambiarras da vida, e São Paulo vai ficando cada vez mais pior e levando-nos a cada dia acreditar que SP não há mais solução,coisa que há,mas o governo não quer tornar realidade as soluções certas,já que os governantes devem adorar ver lá de seus helicópteros e jatinhos a gente aqui embaixo se fudendo...

e assim vão se aumentando mais e mais quilometros de engarrafamentos nas capitais brasileiras :brv: nnoo ... wll
O amor nos conecta...

Droga, estou offline!

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Tiago Costa
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Mensagem não lida por Tiago Costa » 27 Ago 2008, 23:43

AGV escreveu:Exatamente HGP, os ônibus são complementares e não concorrentes, muito menos têm de fazer o papel do sistema metroferroviário.

Porém é o que vem sendo feito há décadas, por ser solução mais "fácil" e barata, que acaba sendo solução nenhuma......

Um exemplo disto são os famosos "corredores" de ônibus.]
E um bom exemplo de corredor que deveria ser Metrô é o Diadema-Morumbi.

Deveria é ser uma linha de trem/metrô Morumbi-Santo André, fazendo conexão com a estação nesta cidade e até seguindo para a ZL se fosse o caso.

E porquê, uma linha férrea neste trecho? Dado o volume de pessoas/importância da região/tráfego, importância estratégica na logística do transporte, entre outros fatores.


Os ônibus servem para atender locais onde a demanda é adequada para eles. Tem lugares que não dá para colocar transporte sobre trilhos, e tem corredores de ônibus que funcionam muito bem, sendo o exemplo máximo o Transmilenio, em Bogotá. O que falta nos corredores de São Paulo é organização (onde dá para eles continuarem, claro). Isso implica em racionalização da quantidade de linhas, e da quantidade de veículos (acreditem, dá pra transportar mais gente com menos veículos, por incrível que pareça!). Só que tem lugares onde a necessidade de tranporte sobre trilhos é mais que óbvia, como em corredores de grande demanda (caso do corredor Santo Amaro-Nove de Julho). Athos, você já viu qual é a demanda desse trajeto que você citou? Não sei qual é, mas adoraria saber para poder opinar melhor. Mas te digo uma coisa: pela quantidade de passageiros dos "Metrinhas" (do trecho Diadema-Brooklin), uma linha de metrô que fizesse um trajeto desses não teria uma demanda muito alta, embora a quantidade de passageiros dela não seja nada irrisória. Linhas de metrô requerem um bom adensamento ao seu redor. Isso é o caso da região, mas os deslocamentos da região são muito mais no sentido norte-sul do que no sentido leste-oeste? É o que parece. Não posso afirmar, mas existem indícios muito fortes disso. Outro fator a se pensar é se essa região precisa ser adensada ainda mais, de forma a justificar uma linha de metrô ali. Não acho correto continuar uma expansão desenfreada da cidade em população. Mas sou totalmente a favor da expansão de atividade econômica em regiões distantes do centro, fazendo com que os deslocamentos diminuam muito de sua distância, já que as pessoas não teriam que atravessar a cidade para trabalharem. No trecho Diadema-Brooklin, dada a demanda, o que parece ideal são VLTs, que ao contrário do que muitos pensam, não são trens de brinquedo. Pelo contrário, os menores VLTs transportam a mesma quantidade de passageiros que os biarticulados, e os maiores podem carregar mais que o dobro disso. Uma coisa que até hoje não implementaram nos corredores que têm faixa de ultrapassagem são as linhas expressas. Elas são fundamentais para que as pessoas que utilizam o corredor inteiro, ou a maior parte dele, possam atravessá-lo com velocidades bem maiores. Já cheguei a gastar no Corredor Santo Amaro-Nove de Julho por volta de 20 minutos em um trajeto que eu faria em 30 minutos, apenas porque não houve necessidade de o ônibus parar em todas as paradas. Ônibus podem (e devem!) ser substituídos, mas não tem como não termos eles para dar capilaridade à rede e para atender a corredores de transporte de menor demanda.

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AGV
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Mensagem não lida por AGV » 28 Ago 2008, 09:29

"Não tem demanda", porque não tem o dito transporte.

A cidade não está presa em eixos cardinais e nem a população.

Não só existe demanda como população suficiente para isto até demais, sem falar que o próprio meio de transporte em questão aquece a economia ao longo de todo o trajeto, principalmente urbanizado como é, e gera esta demanda, coisa que um sistema de ônibus é incapaz de fazer.

Um ótimo exemplo são as 3 novas estações da linha 9: As pessoas destas regiões literalmente ganharam na loteria. O entorno da Estação Autódromo é completamente diferente do que era a apenas 2 anos atrás.

Mas o mal do Brasil é este: muita conversa e quase nenhuma ação.

Há 500 anos é assim. Quantos "superultramegasupimpaabsolut" "especialistas" em tudo o que é ramo temos no Brasil?

Tiago, está cheio, mas coalhado mesmo destes "especialistas", que são caras do ramo sim, e que de repente até criticam iniciativas como a deste fórum, mas não fazem porra nenhuma, justamente por acharem que "conhecem muito bem" o sistema, e isto vale para qualquer ramo de atividade no Brasil.

Curioso que Paris, que é um pouco maior do que a região de Santo Amaro você tem N alternativas sobre trilhos para ir de um ponto a outro.

Isto, para ficarmos só no segmento "trilhos", pois a falta de civilização e evolução aqui é em todos os setores.

Parece que andar com o freio de mão (bem) puxado por aqui, para o país não se desenvolver, não deslanchar atende a não sei qual interesse, mas é quase certo que sim. E "explicações altamente e detalhadamente técnicas" do porquê tudo é uma grande bosta, não faltam.

A linha Lesmeralda é um exemplo vivo (morto-vivo) disto.

Abs.

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Mensagem não lida por AGV » 29 Ago 2008, 10:56

Tiago, senhores, a parte "off topic" foi movida para a área administrativa do fórum para debates internos. Assim, não atrapalha o assunto. ;)

Segue o post! Obrigado a todos.
Editado pela última vez por AGV em 29 Ago 2008, 11:06, em um total de 1 vez.

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Mensagem não lida por AGV » 29 Ago 2008, 11:05

Na minha opinião, valeria e muito estudar esta idéia da linha Morumbí-Santo André, seja de qual modalidade sobre trilhos que for.

Aceito o VLT apenas se ele possuir via segregada, "101%" livre do maldito "anda-pára" de SP (muito mais "pára" que "anda" wll ) se for assim, aí sim!!!!! b ) b ) b )

Sem fazer desenho nem nada já imagino aqui, esta linha b ) seguindo pela Av. Cupecê, passando por Diadema (tendo seu primeiro transporte sobre trilhos), SBC, chegando até a estação de Santo andré da CPTM.

Esta região tem uma grande densidade populacional, indústrias comércio, clubes e etc etc etc, iria alavancar e revitalizar de sobremaneira toda a região no trajto desta linha, também criando um novo eixo de negócios, de tráfego e porque não, de itinerário???

Aliás o que mais gosto no transporte sobre trilhos é este "toque de midas" que provoca, vide o que aconteceu por onde passaram todas as linhas férreas desde o início delas no Brasil, e consequentemente o que huve depois da sua retirada, sucateamento e uso como supositório.

Então, na minha opinião esta linha seria mais um bálsamo para a RMSP. ;)

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Mensagem não lida por HGP » 29 Ago 2008, 17:02

A opcao de trajetos que se interliguem e deem opcoes de diferentes caminhos para um mesmo destino ajuda a diluir a demanda e aumentar o conforto. Mais linhas sim, com planejamento, mas sinto que o metro precisa pensar em abrir mais a rede....

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Mensagem não lida por AGV » 01 Set 2008, 11:11

Não somente abrir a rede, como um outro detalhe desta idéia da Linha Morumbi-Santo André permitiria: A do tráfego que não passa pelo centro de SP, (como a linha 2/verde) se bem que neste caso, esta linha passaria pelo centro de uma cidade (Diadema) chegando à parte central de outra (Estação Santo André - CPTM)

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