Será só de Luz até Mauá. Nas estaçõeos onde pára ele terá plataformas proprias, e não compartilhará nada, nem trilhos ou plataformas, é como uma linha completamente separada, paralela à linha 10.André Vasconcellos escreveu:Em termos cariocas,um trêm ''direto'',é bem útil...
Mas ela partirá de R.G.Serra ou de Mauá?
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Linha 10 - Turquesa
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- MODERADOR CPTM
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- Novato
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O que temos hoje é um trem que faz o percurso Mauá - Luz nos horários de pico, porém, parando em todas as estações. Seria uma boa idéia, mas os passageiros que aguardam nas estações de menor movimento não ficariam muito felizes, não?!Lopes escreveu:Poderiam então apenas nos horários de pico realizar um serviço compartilhado!
Intercalando trens expressos e serviço normal!
Expresso ABC
Luz - Mauá
Luz
Brás
São Caetano
Santo André
Mauá
Seria uma boa idéia?
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Vou tentar ajudar. Comparem o EL e a linha 3. São duas linhas que fazem o mesmo percurso, de BAS a Itaquera, porém a linha 3 é paradora, e o EL é expresso. São duas linhas diferentes, com vias diferentes, com paradas diferentes, porém com o mesmo percurso. É exatamente o que será o Expresso ABC, a linha 10 será como a linha 3, e o Expresso será como o EL. Quem estiver na plataforma de Mooca, por exemplo, saberá que está esperando pelo trem da linha 10, pois o Expresso não passará lá, será outra linha, passando em outra via
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- MODERADOR GLOBAL
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Estes passageiros não ficarão felizes nem tristes, pois o Expresso não passará nelas, não vai fazer diferença.Edegar Faria escreveu:O que temos hoje é um trem que faz o percurso Mauá - Luz nos horários de pico, porém, parando em todas as estações. Seria uma boa idéia, mas os passageiros que aguardam nas estações de menor movimento não ficariam muito felizes, não?!Lopes escreveu:Poderiam então apenas nos horários de pico realizar um serviço compartilhado!
Intercalando trens expressos e serviço normal!
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Seria uma boa idéia?
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- MODERADOR CPTM
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Não Francis, o que o Lopes tinha proposto era criar um serviço expresso na estrutura atual (enquanto não fazem as obras de reforma das vias e estações), apenas colocando trens que seguiriam pelas mesmas vias, porém parando só nas estações citadas, assim como era na epoca da CBTU.Francis escreveu:Estes passageiros não ficarão felizes nem tristes, pois o Expresso não passará nelas, não vai fazer diferença.
Por isso o comentario de que os usuarios das estações intermediarias não achariam legal.
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Não tinha visto...lipe_andreense escreveu:Não Francis, o que o Lopes tinha proposto era criar um serviço expresso na estrutura atual (enquanto não fazem as obras de reforma das vias e estações), apenas colocando trens que seguiriam pelas mesmas vias, porém parando só nas estações citadas, assim como era na epoca da CBTU.Francis escreveu:Estes passageiros não ficarão felizes nem tristes, pois o Expresso não passará nelas, não vai fazer diferença.
Por isso o comentario de que os usuarios das estações intermediarias não achariam legal.
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Pelo que eu li em um documento da CPTM sobre o Expresso ABC, aconteceria justamente isso aí: um tempo antes de as novas vias serem implantadas, funcionariam trens expressos com as estruturas atuais. Não sei se o atual plano da CPTM é fazer isso ou só implantar o serviço depois que a estrutura já estiver pronta.
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Mudando um pouco de assunto, mas porém com foco na linha 10-Turquesa, eu postei esse texto semana passada na comunidade da CPTM no Orkut, enquanto este fórum se encontrava fora do ar, e que agora eu posto aqui, para que os demais membros daqui que não são membros de lá, expressarem a sua opinião. Abaixo a reprodução total do texto que eu postei lá na comunidade da CPTM:
Linha 10-Turquesa
Tentei ver se havia algum tópico já aberto sobre o assunto, mas acabei não encontrando. Por isso decidi abrir este, para nós discutirmos tudo sobre esta linha que liga Luz ao municipio de Rio Grande da Serra, na RMSP. Mas se já tiver um tópico semelhante, os moderadores tem a total liberdade de remoblizar este conteudo para o local correto, e logo em seguida excluirem este tópico.
Começo este tópico, com uma informação que chegou até mim, por meio de um comentário de um colega de que a MRS, não quer mais que a CPTM vá até Rio Grande da Serra, sob a seguinte alegação que dá a entender que:
"O seu trem de passageiros, está atrapalhando o meu trem cargueiro"
Por isso, dizem os comentários, que a MRS quer que a CPTM, vá somente até Mauá. E se isso for veridico, o possivel acordo para a implantação do Expresso Lazer, para Paranapiacaba, vai por água abaixo.
E agora senhores??? Procede a informação???
Vamos debater este tema, aguardando as cenas dos próximos capitulos, dessa eterna briga MRS X CPTM.
***Dom Moreira 1178***
Instagram: @dommoreira1178
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Vamos por partes:
1- A MRS é CONCESSIONÁRIA, e não DONA da linha
2 - A linha é de propriedade do ESTADO, portanto a CPTM sai com vantagem em numa eventual "briga".
3- O melhor dos mundos seria readequar a faixa de domínio para passagem de mais vias, permitindo circulação simultânea dos cargueiros e dos metropolitanos. A linha é importantíssima para escoamento de cargas. Já falei várias vezes: se readequarem as vias, pode-se reativar muitos armazéns ter muito mais carga na linha, que é "O CORREDOR DE EXPORTAÇÃO" .Tem uma porrada de empresas estão coladas da linha e poderiam utilizá-la se não houvesse conflito entre tráfego:BSH, GM, Petrobrás, Rhodia, Pirelli, Firestone, são só exemplos...
O trecho Barra Funda - Luz - Bras é muito ruim.
Eu me lembro que já foi pior, nos tempos da integração centro, melhorou um pouco só, mas ficou por isso mesmo.
Alguém sabe se vai melhorar mais?
Eu imagino que seja assim devido a zona de manobra, também devido ao grande número de AMV's.
Mas penso às vezes que é muito grande essas "zonas de manobra".
Eu me lembro que já foi pior, nos tempos da integração centro, melhorou um pouco só, mas ficou por isso mesmo.
Alguém sabe se vai melhorar mais?
Eu imagino que seja assim devido a zona de manobra, também devido ao grande número de AMV's.
Mas penso às vezes que é muito grande essas "zonas de manobra".
Rodrigo Lopes
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Do Estado Brasileiro, eheheh. Antes da concessão das ferrovias, as linhas de carga eram da RFFSA. Não sei como que foi a questão da estadualização da CBTU, em termos de patrimônio repassado. Mas acho que todas as atuais vias das linhas 7, 10, 11 e 12 continuaram pertencendo à RFFSA, até ela ser concessionada para a MRS. No nível jurídico, creio que a MRS e a CPTM são ambas concessionárias das vias, sem que nenhuma tenha mais poder que a outra. Obviamente, o transporte de passageiros fica prejudicado com o tráfego da MRS. No entanto, o tráfego de cargas também fica prejudicado, e não podemos esquecer da importância das ferrovias de carga. Claro que a MRS não tem sido uma empresa boazinha, afinal ela não é uma empresa pública, e visa o lucro, e por isso fará de tudo para "tirar do caminho" dela o que venha a atrapalhar. Na minha opinião, eu acho que a MRS não "joga limpo", uma vez que para mim ela tem perfeitas condições de resolver sozinha o problema da segregação das vias (construção de vias paralelas às atuais). Ela fica esperando o Governo do Estado de São Paulo ficar impaciente e querer tocar praticamente sozinho as obras, já que o Governo do Estado de São Paulo (CPTM) perde ainda mais que a MRS com esse conflito. Vai ter um momento em que ela também vai cansar de ficar nesse braço-de-ferro, mas ela parece mais disposta a aguentar do que o Governo do Estado de São Paulo (não conseguir efetuar a redução de intervalos nas linhas 7 e 12 seria um grande fracasso do Serra ).Vicente A.O.Junior escreveu:2 - A linha é de propriedade do ESTADO, portanto a CPTM sai com vantagem em numa eventual "briga".
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Eu já vejo um pouco diferente. Houve a concessão da malha federal, o que dá o direito da MRS operar nos trechos, afinal ela pagou (concessão por outorga onerosa) e ganhou a concorrência. Já quanto ao patrimônio, a propriedade é da CPTM sim, pois não há lógica em ser concessionária de um ativo o qual o governo federal queria se livrar (RFFSA) e que já nem existe. E também não vejo como, sendo apenas concessionária, a CPTM modificar, demolir e modernizar linhas, não teria ela autonomia para isso. Enfim, as vias da RMSP ficaram para o Estado paulista como prioridade de operação do transporte urbano, porém a MRS tem todo o direito de passar por elas, infelizmente, e ganhou este direito do Estado brasileiro. Apesar de querer que a MRS vá prá bem longe, não acho que ela jogue sujo, não. Ela tem a concessão de usar as vias, ela é privada, visa lucro, e vai investir em infra-estrutra? Isso é papel do Governo, certa está ela. Se o governo não quer que ela passe lá, ele que faça as outras vias para ela.Tiago Costa escreveu:Do Estado Brasileiro, eheheh. Antes da concessão das ferrovias, as linhas de carga eram da RFFSA. Não sei como que foi a questão da estadualização da CBTU, em termos de patrimônio repassado. Mas acho que todas as atuais vias das linhas 7, 10, 11 e 12 continuaram pertencendo à RFFSA, até ela ser concessionada para a MRS. No nível jurídico, creio que a MRS e a CPTM são ambas concessionárias das vias, sem que nenhuma tenha mais poder que a outra. Obviamente, o transporte de passageiros fica prejudicado com o tráfego da MRS. No entanto, o tráfego de cargas também fica prejudicado, e não podemos esquecer da importância das ferrovias de carga. Claro que a MRS não tem sido uma empresa boazinha, afinal ela não é uma empresa pública, e visa o lucro, e por isso fará de tudo para "tirar do caminho" dela o que venha a atrapalhar. Na minha opinião, eu acho que a MRS não "joga limpo", uma vez que para mim ela tem perfeitas condições de resolver sozinha o problema da segregação das vias (construção de vias paralelas às atuais). Ela fica esperando o Governo do Estado de São Paulo ficar impaciente e querer tocar praticamente sozinho as obras, já que o Governo do Estado de São Paulo (CPTM) perde ainda mais que a MRS com esse conflito. Vai ter um momento em que ela também vai cansar de ficar nesse braço-de-ferro, mas ela parece mais disposta a aguentar do que o Governo do Estado de São Paulo (não conseguir efetuar a redução de intervalos nas linhas 7 e 12 seria um grande fracasso do Serra ).Vicente A.O.Junior escreveu:2 - A linha é de propriedade do ESTADO, portanto a CPTM sai com vantagem em numa eventual "briga".
Francis escreveu: Eu já vejo um pouco diferente. Houve a concessão da malha federal, o que dá o direito da MRS operar nos trechos, afinal ela pagou (concessão por outorga onerosa) e ganhou a concorrência. Já quanto ao patrimônio, a propriedade é da CPTM sim, pois não há lógica em ser concessionária de um ativo o qual o governo federal queria se livrar (RFFSA) e que já nem existe.
Com extinção da RFFSA, os prédios, edficações e material rodante históricos ficam sob responsabilidade do IPHAN, os demais ficam sob responsabilidade da concessionária ou do ministério dos transportes.
E também não vejo como, sendo apenas concessionária, a CPTM modificar, demolir e modernizar linhas, não teria ela autonomia para isso. Enfim, as vias da RMSP ficaram para o Estado paulista como prioridade de operação do transporte urbano, porém a MRS tem todo o direito de passar por elas, infelizmente, e ganhou este direito do Estado brasileiro.
É lei, a concessionária tem "direito de passagem", mas com "deveres" como pagamento a empresa que cede sua malha
Apesar de querer que a MRS vá prá bem longe, não acho que ela jogue sujo, não. Ela tem a concessão de usar as vias, ela é privada, visa lucro, e vai investir em infra-estrutra? Isso é papel do Governo, certa está ela. Se o governo não quer que ela passe lá, ele que faça as outras vias para ela.
A MRS nada mais é do que um consórcio formado pelos clientes da SR-3(divisão operacional da RFFSA )formado por: Companhia Vale do Rio Doce, GERDAU, CIMENTO CIMINAS/HOLCIN, USIMINAS,Valourec e Manesmann do Brasil, BELGO MINEIRA/ARCELOR,COSIPA, CSN... entre outros....., formado para dar mais agilidade e combater letargia do estado, a companhia com maior participação é a VALE e só não teve uma participação maior (já que a VALE comprou a MBR) por que o governo queria mais concorrência entre as ferrovias ( já que a vale possui mais de 6000 km e 3 ferrovias sob sua responsabilidade(EFVM, FCA, EFC)) A MRS e as demais ferrovias fazem o trabalho de conservação da malha e do material rodante.
Meu facebook, se for adicionar favor se identificar:
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