Ah, velhinho....me permita uma reflexão: Filiar-se à um espaço é se comprometer com aquela atividade e que têm suas peciliaridades que, no caso do Ferromodelismo obviamente não se resume a "rodar trem" , mas que realmente nesse intervalo de tempo ("apenas 15 anos"Vicente escreveu: ↑15 Jan 2009, 20:14É o que eles dizem, Athos. O valor é para a "manutenção do espaço, do equipamento, e inclui o direito de uso por 4 meses".AGV escreveu:Mas agora eu pergunto: Aquele valor cobrado de luvas etc etc etc é apenas para cobrir gastos?????
O Modelódromo é um espaço público que, ao que parece, nem a premissa de permitir a "não sócios, de forma esporádica", se utilizar das instalações das modalidades que lá existem, é cumprida.
Mas, sejamos francos:quantas vezes um ser humano normal consegue ir lá em 4 meses??
Já com as maquetes não faz sentido, novamente apenas rodar os trens, nas boas associações (e elas existem) rola um convívio social entre pessoas que apreciam um mesmo tema e Área, troca de informações e ação mútua para manter a maquete funcionando e a graça, no caso das maquetes é esta.
E tem mais: Olhando mais de perto o ambiente d hoje mais fmosa maquete do mundo, Miniatur Wunderland, onde mesmo sendo uma Empresa, um estabelecimento comercial visando a visitação pública, tornou-se pra mim um modelo de abordagem sobre o assunto pois lá o desenvolvimento técnico, a adaptatividade aliada aos recursos técnicos e financeiros tornaram incidentalmente o MWL num centro de pesquisa e desenvolvimento de estudos, projetos e soluções "Magaivo-Tecno-Engenheirístico pois simplesmente soluções comerciais passaram à não atender às necessidades técnicas do MWL, digo apenas no hardware básico (Módulos, vias , uma parcela dos veículos, materiais rodantes, etc) mas boa parte é modificada e adaptada lá,fora modelos ou mesmo, projetos inteiros criados inteiramente por eles, como o da pista e carros de Mônaco onde foram anos de estudo e projeto mais outros anos de implementação pois não se tratava apenas de reproduzir a cidade com prédios e vias, mas o sistema de deslcamento dos carros de F-1 que demandaram boa parte deste estudo e tecnologia nova.
Então digo que minha percepção sobre o assunto mudou consideravelmente e no caso do Ferromodelismo em específico pode e digo que DEVE agregar estas atividades mais abertamente aos praticantes do Hobby, sejam domésticos e/ou nas Associações, uma nova "atividade principal", inclusive com colaboradores atuando numviés mais técnico da coisa: eletrônicos, Maquetistas propriamente ditos, atuando na Cenografia, estudo Histórico, mas tudo isto, mais atuante, mais evidente até para fomentar estas atividades e mentalidade e o Ferromodellismo principalmente demanda muito isto, por exemplo em comparação ao "Autorama", que tem suas tecnologias mas é menor em escala e demanda, já os trens podem demandr até e inclusive, sinalização e circuitos de via, como trens reais a depender da complexidade das vias naquela maquete e mesmo não sendo tanto assim, criar modelos de vias, mais longas e de caráter experimental para a aplicação, prática e desenvolvimento destas habilidades, como Hobby, por exemplo.
E sobre o uso da maquete, acredito não ser viável não sócios fazerem uso dela, por questão do sistema (DC ou DCC) chegar lá com seu trem e... como fazer? De fato será necessário ser sócio para conhecer as regras do local, cronogramas, agenda (se for o caso), ter o devido cuidado, postura responsável com a / na maquete pois, de fato chegar lá de forma "avulsa" não é viável, até por quê automaticamnete haveria um aumento de procura onde entraríamos na questão de como seria a permanência avulsa nela, conforme ponderei aqui.
Mas uma grande opção é a prática, em casa, do Hobby, estes moldes, focando na eletrônica, experimentos, maquetes experimentais, retas modulares, maquetes de manobra (páteos), que têm sido um nicho quem vem sendo explorado, experimentado, adotado e praticado e que são mais viáveis e até acessiveis. E sendo modulares pode ir se ampliando de tempos em tempos num projeto contínuo,dando um propósito maior ao rodar dos trens (com ou sem manobras) que irá se tormar maçante em algum momento, onde a parte de desenvolvimento, estudo e projeto gera um propósito